HÉLIO FERVENZA

1963, Livramento/RS.

Realiza regularmente exposições individuais e coletivas em diversos países desde o início dos anos oitenta: Bienal de Veneza (Itália), Bienal de São Paulo (sala retrospectiva 1990-2012), Bienal de Yakutsk – BY14 (Rússia), Bienal do Mercosul, Museu da Gravura de Curitiba, Museu Victor Meirelles (Florianópolis), Pinacoteca de São Paulo, Bienal de Amsterdã (Holanda), Université de Paris I (França), Instituto Itaú Cultural (São Paulo, Belo Horizonte, Brasília), Centro Cultural del Ministerio de Educación y Cultura (Uruguai), FUNARTE (Rio de Janeiro), MARGS (Porto Alegre), Fundación DANAE (França, Espanha), Musée des Beaux-Arts de Verviers (Bélgica), Centro Cultural Recoleta (Argentina), MAC (São Paulo), Centro de Extension PUC (Chile), University of Wisconsin (EUA), Sociedade Nacional de Belas Artes (Portugal), Paço das Artes (São Paulo), Galeria Sztuki BWA (Polônia), Grand Palais (França), Biennale Internationale de Gravure (Eslovênia). Em 2013 foi convidado a representar o Brasil na Bienal de Veneza, Itália. É professor do Instituto de Artes da UFRGS, pesquisador do CNPq, e realizou Doutorado em Artes Plásticas na Université de Paris I Panthéon-Sorbonne. Desenvolve propostas e atividades artísticas junto ao programa FPES - Perdidos no Espaço. Autor do livro O + é deserto, Documento Areal 3, Escrituras Editora, São Paulo.

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