THE SEVEN BILLIONTH CITIZEN 



Organização Prof. Dra. Maria Lucia Cattani e Nick Rands

 

 Abertura: 12 de novembro de 2013 (terça), às 19h30.

Visitação: 13 a 28 de novembro de 2013, 

De terça a sexta, das 14 às 18h

 

O Sétimo Bilionésimo Habitante (The Seven Billionth Citizen) é um trabalho artístico e uma exposição comissionada pela Escola de Artes de Winchester, da Universidade de Southampton, Inglaterra, como uma resposta ao anunciado das Nações Unidas relativo ao nascimento do sétimo bilionésimo habitante em 2011, chamando assim atenção ao surpreendente crescimento global dos últimos anos.

 

A exposição com curadoria de John Gillett e Beth Harland, e organizada no Brasil por Nick Rands e Maria Lucia Cattani, procura tratar das ambiguidades de nossa época, apresentando temas como assombro, encantamento, tranqüilidade, coletividade e isolamento, interpretados por um grupo de artistas internacionais. Gira em torno cinco vídeos – cada qual produzido por diferentes artistas de cada uma das densas zonas populacionais do planeta.

 

A contribuição de cada artista seguiu uma mesma fórmula inspirada pelas pinturas do século dezenove de Caspar David Friedrich que mostram uma figura solitária de costas para o espectador e observando uma paisagem sublime. Em cada vídeo, a figura segura um ampulheta – reconhecimento de nosso desejo de medir o imensurável.

 

O grupo de artistas inclui:

- Ayman Ramadan cujo vídeo reflete sobre a vida no Cairo;

- James Muriuki, cujo trabalho habitual é em mídia digital, investiga as transições na sociedade contemporânea do Kenia.

- Naoya Hatakeyama, fotógrafo que recentemente envolveu-se com a documentação dos efeitos do Tsunami que destruiu sua cidade Natal, Rikuzentakata, no Japão.

- A artista Maria Lucia Cattani, cujo trabalho habitualmente envolve repetição e ritmos;

- Nick Rands que trabalha em várias medias para compreender a relação entre a escala humana e o planeta;

- John Gillett, curador da exposição e artista interessado na ambição das dimensões que as mídias digitais tornam possível;

Beth Harland, cujo trabalho em pintura e vídeo analisa o tempo na sua estrutura visual.

 

A exposição foi exibida na Downtown Gallery, Cairo e Southampton Solent University, Inglaterra e agora está proposta para 2 locais simultâneos mas apresentando pequenas variações: Anglia Ruskin University, Cambridge, Inglaterra e Galeria Mamute, Porto Alegre